EU: Dioy
Onde: Uberaba, Uberlândia, Patos (necessariamente nessa ordem, e dependendo do meu estado de espírito, que já não segue a mesma ordem)
Idade: no terceiro ciclo de vida, e atrasada com o cronograma...
Signo: Capricórnio, ascend. Peixes
Adoro: Rock, dormir, amigos, cinema, internet, moto, cerveja e caipirinha, filosofia, Diablo, vermelho e preto, psicologia, chuva, foto, andar a toa, pedras, cristais e velas, a psicopata da Hox, dança, magia...
Odeio: meio-termo, falsidade, ciúme, tpm, filme idiota ou melodrama, dúvida, desconfiança, pessoas fúteis e mentes medíocres, conversar com alguém que não sabe o que quer dizer...
Não vivo sem: colo, diálogo, livro, líquido ingerível, música, doce... Sou: apaixonada, bailarina, misteriosa, universitária, serelepe, cínica, franca, emotiva, sonhadora, idealista, irredutível, implicante,"vai ou vaza"...
Curto: Shakira, P!nk, G'n'R, Dido, Linkin Park, Limp Bizkit, Skank, JQuest, Renato Russo, Zeca Baleiro, Lenny Kravitz, Rammstein, System of a Down, Phil Collins, Savage Garden, Papa Roach, Kitaro... ah, põe o som que quando encomodar eu te xingo!
Leio: Sidney Sheldon, Agatha Christie, filosofia e qualquer coisa que não tenha final óbvio...
Me leva longe: Nietzsche.

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[6.11.07 - 9:04 AM]

Acontecem coisas na vida da gente que a gente adora não saber explicar. E por mais que tentemos, simplesmente não existe uma explicação.
Uma máscara que vestimos "por ossos do ofício", pode nos dar as condições (des)necessárias pra refletir sobre o que se passa dentro desse sótão enfestado de macaquinhos.
Encontros com pessoas estranhas, desconhecidas, trilhas sonoras que incomodam (tá, confesso: pra um agroboy se expor ao ridículo de uma indumentária dessas, as declarações de amor desesperadas das músicas não são vexame nenhum...), cantadas imbecis e foras mal interpretados, e uma solidão em plena São Paulo, são capazes de nos fazer refletir sobre tudo, desde o porque amamos tanto até o porque da nossa forma de tratar as pessoas.
O que me dá mais medo de estar sozinha, é de perder o porque de me descobrir. Não considero um defeito eu me camuflar nos meios em que convivo, de pegar os sotaques fácil e as manias rápido. Me interajo melhor e compreendo os outros sem esforço.
E tenho medo de ser tão franca quanto espero que sejam comigo, porque sei que nem todos saberão compreender como eu compreendo.
Vestida de cowgirl, eu não deixo de ser a menina que não sabe como se vestir. Mas sou segura de mim, como mulher que não precisa de fantasias pra saber quem é, por mais que não o consiga ser sozinha, por si só.

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