EU: Dioy
Onde: Uberaba, Uberlândia, Patos (necessariamente nessa ordem, e dependendo do meu estado de espírito, que já não segue a mesma ordem)
Idade: no terceiro ciclo de vida, e atrasada com o cronograma...
Signo: Capricórnio, ascend. Peixes
Adoro: Rock, dormir, amigos, cinema, internet, moto, cerveja e caipirinha, filosofia, Diablo, vermelho e preto, psicologia, chuva, foto, andar a toa, pedras, cristais e velas, a psicopata da Hox, dança, magia...
Odeio: meio-termo, falsidade, ciúme, tpm, filme idiota ou melodrama, dúvida, desconfiança, pessoas fúteis e mentes medíocres, conversar com alguém que não sabe o que quer dizer...
Não vivo sem: colo, diálogo, livro, líquido ingerível, música, doce... Sou: apaixonada, bailarina, misteriosa, universitária, serelepe, cínica, franca, emotiva, sonhadora, idealista, irredutível, implicante,"vai ou vaza"...
Curto: Shakira, P!nk, G'n'R, Dido, Linkin Park, Limp Bizkit, Skank, JQuest, Renato Russo, Lenny Kravitz, Rammstein, System of a Down, Phil Collins, Savage Garden, Papa Roach, Kitaro... ah, põe o som que quando encomodar eu te xingo!
Leio: Sidney Sheldon, Agatha Christie, filosofia e qualquer coisa que não tenha final óbvio...
Me leva longe: Nietzsche.

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[22.10.05 - 1:27 PM]

Por mim, acho que só as mulheres podem desarmar a sociedade, até porque elas são desarmadas pela própria natureza: Nascem sem pênis, sem o poder fálico da penetração e do estupro, tão bem representado por pistolas, revólveres, flechas, espadas.
Ninguém lhes dá, na primeira infância, um fuzil de plástico, como fazem com os meninos, para fortalecer sua virilidade e violência.
As mulheres detestam sangue, até mesmo porque têm que derramá-lo na menstruação ou no parto. Odeiam as guerras, os exércitos regulares ou as gangues urbanas, porque lhes tiram os filhos de sua convivência e os colocam na marginalidade, na insegurança e na violência.
É preciso voltar os olhos para a população feminina como a grande articuladora da paz.
E para começar, queremos pregar o respeito ao corpo da mulher. Respeito às suas pernas que têm varizes porque carregam latas d'água e trouxas de roupa.
Respeito aos seus seios que perderam a firmeza porque amamentaram seus filhos ao longo dos anos. Respeito ao seu dorso que engrossou, porque elas carregam o país nas costas.
São as mulheres que irão impor um adeus às armas, quando forem ouvidas e valorizadas e puderem fazer prevalecer a ternura de suas mentes e a doçura de seus corações.
Nem toda feiticeira é corcunda.
Nem toda brasileira é só bunda.

Rita Lee


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